Como funciona o PayPal?

O PayPal é um serviço de pagamento online. Você se cadastra para ter uma conta virtual e com ela você pode fazer compras em qualquer parte do mundo, pois ele é internacional. É claro que o site em que você deseja comprar deve ser conveniado com o PayPal.

Nesse cadastro você vincula sua conta bancária e/ou cartão de crédito(s). Então o site envia a cobrança para o seu banco/cartão (o que você escolher) e paga o vendedor. Ou seja, o site onde a compra foi efetuada não terá acesso a qualquer informação sua e você não precisará fazer um cadastro de seus dados bancários ou do cartão no mesmo.

O Paypal é gratuito no formato básico. É seguro e fácil de usar. Basta informar seu email e senha e com uma conta Paypal você pode até mandar dinheiro para outra pessoa, contanto que a mesma tenha um e-mail. A pessoa vai receber uma mensagem do PayPal, então, terá que abrir uma conta própria no site.

Como abrir uma conta?

1. Clique no botão “Cadastre-se”.

2. Na página seguinte, você vai escolher se quer uma conta pessoal ou comercial. Se sua intenção é usar o PayPal apenas para uma compra online, ou retirar dinheiro ocasionalmente, escolha a conta Pessoa Física. Mas se pretende usar para receber pagamentos de seus negócios, então uma conta Comercial seria mais adequada.

3. Você cadastra uma única vez seus dados pessoais (nome, endereço, CPF etc) e seus dados bancários e/ou de cartão de crédito. E, como o Paypal agora está no Brasil, todo o site está traduzido em português e já faz as conversões monetárias para Real automaticamente. Você receberá por e-mail o processo de filiação finalizado.

Pronto! Agora você já pode começar a comprar com segurança na Internet.

Via: Techtudo

Como fazer compras internacionais pela internet

Você já quis muito adquirir algum produto e não conseguiu encontrá-lo no Brasil? Ou então encontrou o mesmo produto a preços muito mais baixos em outro país? Se você faz parte de um destes grupos e quer aprender as formas mais seguras de realizar compras internacionais com o menor número de riscos possível, acompanhe este artigo.

1. O que você precisa ter para fazer uma compra internacional?
Para realizar uma compra em sites estrangeiros é necessário possuir um cartão de crédito internacional ou uma conta em serviços como o PayPal. Os cartões de crédito internacionais precisam ser habilitados nos bancos, mas hoje estão muito mais fáceis de serem conseguidos do que há cinco anos.

A grande maioria dos bancos que possui contas universitárias já disponibilizam os cartões internacionais na ativação das contas. Mas em alguns casos o cliente precisa ir até a agência para habilitar as opções de compras fora do país.

2. Como escolher o vendedor?
Esta parte é uma das mais importantes de todo o processo, afinal, se escolher um vendedor sem avaliar todos os itens necessários, é possível que o produto encomendado nunca chegue à sua casa. O primeiro passo é avaliar se o vendedor (ou loja virtual) entrega os produtos no Brasil (a Amazon faz entregas de livros, mas não de LPs, por exemplo).

Caso o vendedor realize as entregas em terras brasileiras, é muito importante verificar como está a reputação dele com outros compradores que realizaram negociações (algo muito parecido com o que ocorre no Mercado Livre). Neste momento você deve verificar se os compradores avaliaram as negociações positivamente.

Outro ponto que merece uma análise é o tipo de entrega oferecido pelo vendedor. First Class International costuma ser o tipo de frete mais barato, mas o tempo de entrega é bastante variável (podendo levar semanas ou meses). Priority Mail é rastreado e, se passar dos 50 dólares, possui os 60% da importação agregados. Express Mail é o mais rápido, e caro, de todos.

3. Quais são todas as taxas envolvidas?
Como é sabido, há uma gama de taxas que são cobradas para os produtos que são trazidos de fora do país. O problema é que pouca gente sabe quais são todas elas e o que elas representam. Confira:

ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços): é o imposto cobrado por toda e qualquer mercadoria que ultrapasse os limites estaduais e municipais ou fronteiras nacionais. Ou seja, é o valor agregado a todos os produtos, visto que qualquer "troca de mãos" é considerada como "circulação" .

IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados): é um imposto cobrado sobre todos os produtos que não são produzidos artesanal ou manufaturadamente. Para produtos importados, a taxa é cobrada sobre o valor do produto já com as taxas de importação acrescidas.

II (Imposto sobre Importação de Produtos Estrangeiros): todos os produtos que chegam de fora do país são taxados com este imposto. Importante lembrar que para a saída dos produtos não são cobrados tributos.

4. O que acontece na alfândega?
Para grande parte dos importadores, a alfândega é uma verdadeira vilã. É na alfândega (ou aduana) que os departamentos responsáveis pela fiscalização das importações e exportações agem. Nestes setores são feitas comparações entre o que foi declarado pela pessoa que está entrando no país e o que realmente existe em suas bolsas.

Há uma série de “poréns” nas alfândegas. Muitos produtos que são considerados “para uso pessoal” (clique aqui para ler o conceito de bagagem, da Receita Fedelral) não são tarifados e por isso não possuem taxas adicionais. Entretanto, isso vale apenas para quem viaja para comprar os produtos, e como estamos falando de lojas internacionais, a conversa é um pouco diferente.

Sobre cada produto que é enviado de outros países para o Brasil, há uma taxa de importação de X% sobre o valor do produto. Caso os produtos superem o valor de 500 dólares, e não forem declarados (o que representa uma prática ilegal) é cobrada uma multa adicional de 50% sobre o valor excedido. Para facilitar a compreensão, vamos exemplificar:

Caso as compras atinjam o valor de 1000 dólares, o valor excedente será de 500 dólares. A taxa adicional é cobrada sobre os 500 que ultrapassaram, não sobre os 1000. Ou seja, o adicional será de 250 dólares. Além disso, mais 600 dólares são cobrados naturalmente, por representar 60% do valor da importação (1000). Assim, o preço final será de 1850 dólares.

Mas nem todos os produtos possuem essa taxa de 60%. Tudo depende do tipo de produto que está sendo importado.

5. Isenções
Há uma série de produtos que não são taxados, independentemente dos valores cobrados pelos materiais. Livros, revistas e periódicos são considerados bens culturais, por isso não sofrem taxas. Remédios com receita para pessoa física específica também não podem ser taxados, assim como bens adquiridos nas Free-shops internacionais.

6. Derrubando mitos
Geralmente as compras que somadas, não passam dos 50 dólares não são tarifadas como produtos importados. Mas é importante notar que isso não é uma regra, pois tudo depende da sorte do comprador, ou seja, se a alfândega desconfiar que há contrabando em um lote de importações, é possível que todos os produtos ali sejam taxados.

Outro fato importante é que muitos acreditam que se os produtos forem enviados como presentes não há taxa de importação. A verdade é que este mito funciona da mesma maneira que o item anterior: tudo depende da aduana fiscalizar o produto ou não.

7. Serviços facilitadores
Importa Fácil: os correios brasileiros possuem um sistema muito interessante para quem quer importar produtos individuais. Confira no site oficial do serviço como podem ser feitos os pedidos para garantir que os produtos sejam enviados e recebidos pelos brasileiros sem problemas.

SkyBox.net: se você quer comprar produtos dos Estados Unidos, mas não consegue porque os vendedores só entregam em endereços norte-americanos, uma ótima opção é utilizar o SkyBox. O serviço é pago e realiza o intermédio entre as lojas e os consumidores, criando uma caixa postal física nos Estados Unidos para os estrangeiros.

PayPal: utilizando contas neste serviço os usuários não precisam expor os seus cartões de crédito para vendedores desconhecidos. Adquirindo créditos PayPal, é possível comprar produtos em lojas estrangeiras sem realizar a transação diretamente, pois o serviço funciona como um intermediário.

8. Principais lojas
As principais lojas norte-americanas que oferecem segurança nas compras são Deal Extreme (direto da China) e Amazon. Sites que reúnem vendedores, como o eBay, também são muito utilizados, mas neste caso é necessário avaliar bastante a reputação dos vendedores para evitar dores de cabeça. Você deve se lembrar sempre de analisar se os produtos podem ser enviados para o Brasil, caso contrário é necessário utilizar serviços como o SkyBox.

Via: Tecmundo

Dicas para comprar na Internet

1. Compre com antecedência
Até mesmo lojas grandes podem ter problema para entregar os produtos dentro do prazo prometido – por problemas relacionados ao estoque da loja, ao fornecedor ou a imprevistos na hora da entrega, como um produto trocado. A dica, portanto, é comprar com antecedência. Se você deixar para a última hora, esperando que o produto chegue dentro de poucos dias, as chances de algo dar errado são bem grandes. Isso vale ainda mais para compras coletivas, que têm prazo específico para serem atendidas e podem acabar surpreendendo o fornecedor pela quantidade vendida.

2. Duvide de ofertas muito boas
A internet facilita muito a pesquisa. E mais: algumas lojas oferecem preços menores para links feitos a partir de sites que comparam preços. Ou seja, vale muito a pena olhar outros sites e sites comparativos –mesmo se for só para comprar o mesmo produto, na mesma loja por um preço menor. Pesquisar também ajuda a descobrir se alguma oferta está muito abaixo do preço de mercado. Se estiver, pode ser um erro da loja ou um golpe. Tente buscar um meio de contato com a loja e se informe muito bem antes de comprar o produto. Se a loja for nova, é bom desconfiar. Não siga links de ofertas por e-mail. Entre manualmente no site da loja e procure a oferta.

3. Procure depoimentos de clientes
O cadeado no navegador é importante na hora da digitar seus dados, mas ele não garante a idoneidade da loja virtual (Foto: Reprodução) Além da pesquisa de preço, vale pesquisar as opiniões de outros clientes que compraram na loja. Não acredite em depoimentos publicados no próprio site da empresa –quem realiza uma fraude pode facilmente falsificar um depoimento. No entanto, relatos encontrados em outros sites são mais confiáveis e podem dar uma ideia melhor a respeito do atendimento da loja. O mesmo vale para selos de segurança que as lojas usam. Eles também podem ser copiados por sites fraudulentos e é difícil saber se um selo de segurança realmente significa que a loja é mais segura ou se o selo está sendo usado de forma irregular. É mais fácil ignorá-los e procurar por recomendações fora do site da loja.

4. Consulte o Registro.br e a Receita Federal
Se a loja tem um endereço terminado em “.br”, é possível ir ao site do Registro.br e colocar o endereço da loja lá. O Registro.br informará o Cadastrado Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) com o qual o endereço do site foi registrado. Essa informação pode ser usada no site da Receita Federal para verificar a inscrição da empresa, obtendo informações como data de registro, situação cadastral e endereço.

5. Na primeira compra, pague um valor baixo por boleto
Quando comprar em uma loja com a qual nunca fez negócio, vale a pena realizar uma compra de baixo valor e pagar por boleto bancário. Compras subsequentes podem ser feitas com cartão de crédito. Se houver algum problema, elas poderão ser contestadas, em um processo conhecido como "chargeback". Algumas lojas oferecem a opção de sedex a cobrar, que só é pago no recebimento –uma escolha interessante, mas que pode aumentar o preço do produto. Evite comprar em alguma loja com a qual nunca fez negócio nessa época do ano –a chance de problemas é maior.

6. Mantenha seu computador livre de vírus
Vírus podem registrar os dados digitados. Manter o PC livre de vírus é importante para comprar com tranquilidade. Vírus de computador podem roubar dados digitados em sites de compras. Para manter a máquina livre de vírus, confira as sete dicas preparadas pela coluna. Jamais use computadores públicos, como os de cibercafés e lan houses, para realizar suas compras. Embora alguns desses computadores sejam seguros e gerenciados de forma correta, vários deles não o são e é melhor não arriscar.

7. Compartilhe experiências
Suas compras foram boas? Ou o produto foi entregue fora do prazo? Procure algum local na internet para escrever sobre sua experiência de compra. Você estará ajudando outros internautas a saberem se uma loja é confiável ou não.

8. Não informe seus dados em “promoções”
Existem “promoções” na internet que pedem dados, como seu CPF, seu número de cartão de crédito ou seu número de celular. Fique atento: essas promoções são falsas e vão cobrar algo em seu cartão de crédito ou adicionar um serviço de SMS em seu celular.

Via: G1